Bonde Matrimônio !


Sexo antes e depois do casamento
17 17UTC fevereiro 17UTC 2010, 23:35
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Amigos candidatos a marido e mulher,

Depois do casamento, o sexo não é mais o mesmo. Melhor se preparar. Dá só uma olhada:



Casamento, dúvida e certeza
7 07UTC fevereiro 07UTC 2010, 15:30
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“Já percebeu o que você está fazendo? Você está se casando!” disse Genoveva, feliz, com os olhos concentrados em mim.

“Você está se casando.”
“Você está se casando.”

Nossa, como gosto disso hoje. Mas nem sempre foi assim. Como a gente chegou até aqui mesmo?
Ah é, foi preciso dar um empurrão à iminência.
Rachar a dúvida. Agarrar a certeza.

Eis um pequeno conto sobre esse momento

Os dias que ficam

Enquanto um clamava o consolo, o outro já marcava a hora no salão, à espera de aprumo nos cabelos e de brilho nos sapatos, pois iam ferver os salões.

Há pouco mais de um mês… Pouco mais de um mês? Como é que três semanas mudam a vida da gente, quem sabe, talvez, pra todo o sempre?

Bem, isso se faz num dia, diria o atento. Não, por favor, não arranquem a força da dúvida. Deixe-a refletir sobre a vida, imaginando que a grandeza da vida se faz em planejamento anual, quando se escolhem as datas e embalam-se as esperanças, fiadas com o esmero do tempo.

Ok, quebrantou-se a dúvida, que era a mais fiel das certezas. Tanto se gasta no tricô e na renda, mas tudo se resolve num lapso de tempo, num escorregão da dúvida ou numa dor de agulha no peito. Do consolo e do aprumo nos cabelos que ninava a solidão, tomaram rumo contrário.

Que certezas que as gentes têm quando decidem passar a vida com alguém? Tem-se a certeza da felicidade ou do sorriso eterno? Tem-se a certeza dos filhos? Tem-se a certeza de casa arrumada, bolo de milho e café quente? Tem-se a certeza incondicional?

Pois então lhes digo que, enquanto um clamava o consolo e o outro marcava a hora, três semanas… ou dois dias, por bem dizer, pra contrariar o atento, dois dias lhe encararam a certeza do desespero. O desespero é a incondicional certeza do que não se quer, porque nada mais se sabe.

Mas terão dúvidas aqueles que não se preocupam com elas? Um e outro eu sei que se preocupam. Mas que tal outro alvo?

Pois bem: mirem os brilhos nos sapatos. Pois, de tudo, o que se sabe é que decidiram ferver os salões. Optaram pelos dias que ficam.

…ao atento que rumina, não me esqueci de que talvez o fim seja o mesmo: os salões. Mas são salões distintos, pense bem. E não me venha com essa dúvida.

(Conto por Diego)


Lista de presentes: praticidade ou gafe?
30 30UTC janeiro 30UTC 2010, 0:47
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Amigos noivos, amigos convidados dos noivos,

Me ajudem com uma dúvida de etiqueta:
É deselegante ou não incluir uma lista de presentes no convite de casamento?

Eu já ouvi os dois lados. Um primo (casado) me disse que a listinha, bem discreta ali no pé do cartão, não é falta de postura, não. Muito pelo contrário. Ela ajuda os noivos – ao evitar presentes repetidos e facilitar eventuais trocas – e os convidados. Estes podem escolher entre presentear ou não presentear. Caso decidam comprar um mimo, não precisam ficar quebrando a cabeça, pois terão uma referência do que o casal precisa/deseja.

Por outro lado, já ouvi que a lista no convite insinua que o casal está pedindo o presente – algo super inconveniente, que pode constranger convidados que não planejam ter gastos extras.

Eu a Genoveva estamos convidando de coração, não vamos reparar na lembrancinha (nem na ausência dela). No entanto, sabemos que os presentes virão – e seria um porre ganhar uma dúzia de bandejas e outra dúzia de grills repetidos.

E aí, amigo leitor, amiga leitora? Como resolver a questão com elegância?



O preço da aliança (teoria da relatividade)
23 23UTC outubro 23UTC 2009, 10:20
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Uma compreensão oposta e instantânea.
Foi essa a reação de um casal de amigos quando me perguntaram quanto eu planejo gastar com as alianças.

“Não sei ao certo. Uns R$ 1.000, acho.”

“Sóóó!?”, ela arreganhou os olhos, com um sorriso indignado.
“Tudo isso!?”, baixou ele as pestanas, ambos em um só coro.

Nós estávamos em volta de uma cerveja à toa na Avenida Paulista. O casal se preparava para uma balada. Ela estava animada com a festa e a banda que estavam por vir. Ele queria voltar para casa e ver o Santos na Libertadores.

Eu fiquei em dúvida sobre quanto é um bom valor para as alianças. (Qual é, amigo leitor?), mas feliz por conseguir mais um post para este blog.



Sexo antes do casamento
15 15UTC outubro 15UTC 2009, 1:07
Filed under: Casar é uma piada

Quem defende o sexo só depois do casamento precisa de um excelente motivo para adiar o coito. Se alguém discorda, é só dar uma olhada neste comercial (trilha sonora de Ghost). Roda o VT:



Em busca da aliança – II
8 08UTC outubro 08UTC 2009, 1:58
Filed under: A jornada até o altar

A chuva caia fininha. Eu não sabia muito bem qual o endereço e acabei tentando a sorte naquela casa. Ao me ver no portão, um senhor já bem idoso levantou o que restava das sobrancelhas brancas e iniciou um vagaroso movimento para encaixar os pés nas chinelas. Deu tempo de várias gotinhas de água escorregarem pelos meus óculos. Esta era minha segunda tentativa. Na primeira vez, encontrei um trambiqueiro. Agora, torcia para que aquele velhinho conhecesse o tal ourives tão bem falado no bairro.

“O senhor sabe onde mora o Edson, ourives?”
“Sei sim senhor. Tá na sua frente. O que vai ser hoje?”

Por trás dos óculos molhados, senti minha esperança esvaecer.

Em busca da aliança, topei acompanhar Seu Edson até sua oficina de trabalho – uma garagem rústica, onde ele lapida pedras preciosas há mais de 50 anos. Lá dentro, uma lâmpada amarela pendurada na ponta de um longo fio iluminava várias ferramentas sobre a mesa. Partículas de pó dourado brilhavam em meio ao pó fosco da sujeira acumulada. Seu Edson puxou dois banquinhos de madeira.

Perguntei qual o modelo mais apropriado de anel, mas o velho quis ser simpático. “Modelo de aliança é um só:  o redondo”, disse, com um sorriso melancólico. Em seguida me perguntou quantos gramas de ouro eu planejava usar. “Cinco? Dez? Dez tá bom” falou sozinho.

Seu Edson puxou uma caixa de sapatos e tirou de lá um aparelho que já se acreditava aposentado. Na verdade, mais parecia um moedor de carne do tempo dos nossos avós, mas com um rolo de prensa no meio. Para me ilustrar a suposta espessura da aliança e prever a quantidade de ouro a ser utilizada, ele colocou uma barrinha de metal na prensa. À medida que girava a manivela, a barrinha ficava mais chata, indicando a futura espessura da jóia.

O velho se debruçava sobre a manivela com dificuldade e, sem ter completado mais de um giro, voltava a me dar a barra achatada para eu verificar. “Um pouco mais larga”, pedi, depois de me lembrar que a Genoveva não ia querer nada mirradinho. Voltou o fio para a prensa e imprimou novo esforço, mas em vão. Ao me devolver, vi que a barrinha continuava igual, e Seu Edson, ofegante.

“Quantas encomendas o senhor tem por mês?”
“Ah… varia muito. Umas três, quatro. Às vezes, nenhuma”, gaguejou, denunciando que os negócios não eram mais os mesmos de anos atrás.

Foi então que, num silêncio conclusivo, percebemos que não sairia mais nenhuma aliança daquela oficina.


Leia também: Em busca da aliança.



Como recusar um presente do sogro?
4 04UTC outubro 04UTC 2009, 23:46
Filed under: Dúvidas frequentes

Caros leitores,

Aqui vai mais uma da série “Sinuca de Bico”.

Segundo informantes confiáveis, descobri que meu sogro está planejando uma surpresa para o casamento. Aliás, uma megasurpresa. Uma surpresa de magnitude nove na escala Richter.

Acontece que o pai da noiva está muito contente com o casamento e parece até mais animado para a festa do que do que toda a família junta. Por isso, tem colocado as mãos na massa para fazer acontecer. Bem intencionado, ele já providenciou as reservas do salão, entrou em contato com fornecedores de bebidas, até falou em matar um boi para o churrasco de domingo. Até aí, ótimo. Mas não parou aí.

Descobri que meu sogrão quer nos dar de presente uma banda forró-sertaneja para a festa. A mesma banda que anima o ‘Forró Sensação’ patrocinado pela Schincariol no clube, às quartas-feiras. Homem R$ 5, Mulher na faixa. Mas não pode entrar de bermuda.

O problema é que a banda não é, digamos, de muito bom gosto para uma festa de casamento. Soa mais como uma espécie de aspirante a Calcinha Preta (aquela do hit da novela “Você não vale nada, mas eu gosto de você”).  A diferença é que o grupo pré-escalado para nossa festa não vale nada, e ninguem gosta dele. Só meu sogro.

Vejam uma apresentação da banda neste vídeo. Roda o VT:

Amigo leitor, amiga leitora. Como recusar um presente do sogro?
Atenção: quem tiver a melhor resposta ganha um par de ingressos para um show da banda.



Prós e contras do casamento
27 27UTC setembro 27UTC 2009, 2:26
Filed under: Casar é uma piada

Amigos candidatos a marido e mulher,

Qual é a solução pra vida? Ficar solteiro e solitário ou casado com tédio?
Veja os prós e contras de cada opção, segundo o comediante Chris Rock.  Roda o VT:



A diplomacia do casamento
23 23UTC setembro 23UTC 2009, 2:40
Filed under: A jornada até o altar

Caros leitores,

No final de semana, tivemos reunião do Conselho do Casamento. Só para vocês terem uma ideia, o organograma da instituição é mais ou menos assim:

Eu, o noivo, na condição de presidente, convoco a reunião e apresento a pauta;

A família se divide em três tipos de membros:
Executivos, que colocavam a agenda em prática;
Investidores, para financiar o evento;
Lobistas, que pressionavam pelas beiradas;

A noiva Genoveva, absoluta, exerce o papel digno de secretária-geral das Nações Unidas: tem prestígio internacional, faz exigências aos países membros, mas quase nunca é ouvida.

O encontro diplomático teve alguns avanços – como a definição de valores monetários e a confirmação dos membros em bancar a ofensiva – mas também enfrentou pontos de tensão, certamente desencadeados pelo cardápio composto por esfihas e quibes (pratos típicos do Oriente Médio). Outros assuntos, como o comprometimento dos países em reduzir a emissão de CO2, quer dizer, reduzir a lista de convidados, segue em impasse e deverá ser definido só na reunião de Copenhage, Dinamarca, no final do ano.



A enrolação do noivo
22 22UTC setembro 22UTC 2009, 4:06
Filed under: Teoria do casamento

Caros leitores e leitoras,

Faço uma homenagem a mim mesmo pela enrolação* em pedir a Genoveva em casamento, do mesmo jeito que um dia, no banco da praça, a pedi em namoro. Posto, a seguir, uma crônica do Xico Sá sobre o tão tradicional vai-não-vai dos noivos.

(* a enrolação é explicada pela árdua jornada em busca da aliança perfeita, e pelo acabamento super detalhado para o momento pirotécnico do pedido)

Ninguém mais pede eu namoro

É namoro ou amizade? Rolo, cacho, ensaio de amor, romance ou pura clandestinidade?
“Qualé a sua, meu rapaz?!”, indaga a nobre gazela. E o homem do tempo nem chove nem molha. Só no mormaço, só na leseira das nuvens esparsas.

No tempo do amor líquido, para lembrar o título do ótimo livro de Zygmunt Bauman sobre a fragilidade dos encontros amorosos, é difícil saber quando é namoro ou apenas um lero-lero, vida noves fora zero…

Cada vez mais raro o pedido formal de enlace, aquele velho clássico, o cara nervoso, se tremendo como vara verde: “Você me aceita em namoro”? O tempo passava e vinha mais um pedido clássico e igualmente tenso. O pedido de noivado.

Mais adiante, a hora fatal, mais uma tremelica do jovem mancebo: Você me aceita em casamento? E pedir a mão, aos pais, meu Deus, haja nervosismo, melhor tomar um conhaque na esquina para encorajar-me. São raros, raríssimos hoje esses nobres pedidos. Em alguns setores mais modernos e urbanos, digamos assim, talvez nem exista mais.

para ler na íntegra, clique aqui.



Onde comprar a aliança?
16 16UTC setembro 16UTC 2009, 13:33
Filed under: Dúvidas frequentes

Noivos, noivas e simpatizantes,

O desafio da vez é encontrar a aliança certa. Alguém pode me ajudar?
Minha dúvida é se compro a rosquinha numa loja de jóias ou com um ourives.

Por recomendação de aguns amigos e familiares, fui procurá-la primeiramente com um ourives. Segundo me falaram, esses artesãos conseguem reproduzir com maestria os belos modelos que custam 5 vezes mais na HStern. Na minha pesquisa, visitei dois ourives até agora. Com eles, o grama do ouro sai entre R$ 60 e R$ 80, enquanto uma loja cobra pelo  menos R$ 100 (preços de cidade do interior. HStern fica para as bodas de prata). Um dos ourives dá garantia para o  trabalho, o outro não.

Mas o fato é que não senti muita confiança em nenhum. Os tipos eram bem enrolados. E de tão caricatos, até dediquei um post em sua homenagem. Vejam: “Em busca da aliança“.  De qualquer forma, falta visitar um terceiro ourives, que foi muito bem recomendado por amigos que já fizeram negócio com ele.

E aí, alguma dica? Enquanto isso, o dilema continua.



O solteiro
14 14UTC setembro 14UTC 2009, 5:02
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Amigos leitores,

Trago neste post uma desmistificação. Nas palavras do jornalista norte-americano H.L. Mencken, um crítico de tudo e de todos, aqui está a explicação para a solteirice do homem (ou um exemplo de que as mulheres é que comandam essa bagaça):

“Ao redor de qualquer solteiro com mais de 35 anos, florescem muitas lendas a respeito das causas de seu celibato. Alguns sussuram que, sendo uma nulidade, sua solteirice estaria prestando um serviço aos não nascidos. Outros fofocam que, aos 26 anos, ele teria se apaixonado perdidamente por uma linda mulher que o trocou por um corretor de imóveis , e isso partiu-lhe o coração para sempre. Tais histórias são, quase sempre, besteiras. A razão pela qual o solteiro mediano de 35 anos prefere continuar solteiro é muito simples. É que nenhuma mulher normalmente bonita e inteligente viu motivo algum para se casar com ele.” (escrito por H.L. Mencken em 1922)



Em busca da aliança
14 14UTC setembro 14UTC 2009, 4:59
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Em frente ao portão de grades descascadas, bati palma com uma certa impaciência. Poucos segundos depois, ele abriu a janela do quintal com sua cara de gigolô: olhos negros, bigodinho e cabelos esparsos da mesma cor. Ao meu ver, fechou a janela (nheeeec) e abriu a porta da frente (nheeeecc). Passeou com o corpo franzino pela casa e foi de chinelas de dedo até o portão para me receber. Nos cumprimentamos e vi que suas mãos eram tão sujas que parecia ter acabado de trocar os pneus de um carro.

“É aqui que mora o Neivaldo, ourives?”

Sentamos em uma espécie de mesa de recepção improvisada na sua sala. Sob a poeira, havia algumas revistas com modelos de joias. Fiz o gesto para pegar alguma e bisbilhotar modelos, mas ele alertou que era bobagem: “Se quiser, eu faço qualquer uma dessas aí. Igualzinho. Mas daqui 3 meses, você vai reclamar que caiu uma pedrinha de brilhante”.

De dentro da gaveta de madeira antiga saltaram duas alianças. Uma era tradicional, lisa. Estava meio fosca e cansada. A outra também era tradicional, mas abobodada por dentro, e de prata. Seria a outra de ouro? Eu não tinha bons indicativos para confiar no que chegava a meus olhos e ouvidos.

Neivaldo falou da qualidade de primeira, falou da sua fama de coisas chiques, falou de preços diferenciados e falou de pagamentos só à vista. Parou de falar quando percebeu que eu havia me distraído com a Sessão da Tarde na tv ao fundo. De sopetão, me lembrei de perguntar até quando durava a garantia da joia.

“Para o resto da vida”, inflamou.

Olhei para seus olhos negros arrogantemente parados por cima do bigodinho. Suas mãos sujas se uniram sob o queixo. Me despedi daquelas alianças fajutas ao lado das revistas tristes. Enquanto me levantava, agradeci e fui embora daquele antro. Ali, “para O resto da vida” é muita coisa.


Leia também: Em busca da aliança – II



O significado do casamento para o homem e para a mulher
14 14UTC setembro 14UTC 2009, 4:54
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O comediante Rafinha Bastos explica os diferentes signficados do casamento para o homem e para a mulher. Roda o VT:



Os parentes da noiva
14 14UTC setembro 14UTC 2009, 4:50
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Amiga leitora, você já teve a impressão de que seu companheiro, às vezes, é grosso com a tua santa mãe?

E você, meu camarada, nunca ficou incomodado com o jeito e os modos da sogra derradeira?

Pois então aqui vai uma teoria psicológica que explica, em profundidade, por que o homem tem certas repulsas pelos parentes da mulher amada. De novo, posto para vocês um trechinho de “O Livro dos Insultos” do jornalista norte-americano H.L. Mencken, ácido ambulante:

“O homem detesta os parentes de sua mulher (…) porque eles lhe parecem grotescas caricaturas daquela por quem ele tem respeito e afeto, ou seja, sua mulher. De todos eles, a sogra é obviamente o mais repugnante, porque ela não apenas macaqueia a sua mulher, mas também porque antecipa o que sua mulher provavelmente se tornará. Aquela visão, naturalmente, lhe provoca náuseas. Às vezes, a coisa é mais sutil. Digamos, por exemplo, que sua própria mulher lhe pareça uma caricatura de uma irmã mais jovem e bonita. Neste caso, estando atado à sua mulher, ele pode vir a detestar a irmã – como sempre se detesta uma pessoa que simboliza o fracasso e a escravidão de alguém.” (escrito por H.L. Mencken em 1919).

Ah, e pelamordedeus, gente! Eu não odeio os parentes da Genoveva! Minha intenção aqui é dar vazão à pluralidade de ideias, deixar rolar os pensamentos. Vamos compartilhar o clima.



Lista de convidados
14 14UTC setembro 14UTC 2009, 4:46
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Amigo noivo, amiga noiva,

Não se estresse, não, com a lista de convidados. Não relute, nem bata o pé. Saiba que na TUA festa de casamento, quem vai se divertir são os teus pais. Deixe a família ser feliz, oras.

Andei encasquetado com o fato de que, em uma festa de 300 pessoas, minha lista de convidados ficaria só em torno de 50. Por um momento, me imaginei cercado de primas faladeiras da minha mãe, amigos de futebol irreconhecíveis do pai dela e gente convidada só por causa da bendita ‘consideração’.

Mas não vale a pena esquentar. Tem que ver que a prima faladeira é amissíssima da tua mãe; e o sogro gordinho só é o artilheiro graças às assistências dos amigos. Ou seja, é gente que faz tua família feliz!

Pegue o telefone, ligue para os teus pais, peça a benção e feche a lista. Durante a festa, se não puder vencer os convidados, junte-se a eles. Quem sabe não tem uma vaga sobrando no time de futebol?



Como pedir em casamento?
14 14UTC setembro 14UTC 2009, 4:36
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Amigos candidatos a marido e mulher,

Eu gostaria da sábia opinião conjugal de vocês. Como pedir a Genoveva em casamento?

Segundo minha mãe, o ideal é formalizar uma ‘recepção’ com a noiva, onde eu oficialmente pediria/comunicaria às duas famílias nossas intenções de casamento. Assim, as famílias também poderiam participar do momento.

Segundo dois amigões meus, o melhor é pedir a Genoveva a sós, em um belo restaurante ou durante uma viagem, por exemplo. Desse jeito, seria mais romântico para o casal.

Um dos camaradas, no entanto, ponderou: “Siga teu coração”. Na verdade, já tenho uma tendência, que não vou revelar por enquanto. Mas, e vocês? o que acham? (Atenção: responder aos posts não garante, necessariamente, convite para o casamento, nem jantar grátis. Obrigado).




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